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Der Wüste Gut /durchschritt nie ein Fuß, /geschaffener Sinn /gelangte nie da hin: /es ist, und niemand weiß, was es ist.   (Granum Sinapis, Maître Eckhart)

Der Wüste Gut /durchschritt nie ein Fuß, /geschaffener Sinn /gelangte nie da hin: /es ist, und niemand weiß, was es ist. (Granum Sinapis, Maître Eckhart)

"Vivermos, será que na vida se vive? Não para sempre na terra, só um pouco no tempo. Jade seja, jade quebra. Ouro, desdoura. Pena de quetzal, pena voa. Não para sempre na terra, Só um pouco no tempo." (Poema asteca, traduzido por Paulo Leminski)

"Vivermos, será que na vida se vive? Não para sempre na terra, só um pouco no tempo. Jade seja, jade quebra. Ouro, desdoura. Pena de quetzal, pena voa. Não para sempre na terra, Só um pouco no tempo." (Poema asteca, traduzido por Paulo Leminski)

Nuestras vidas son los ríos que van a dar en la mar, que es el morir... (Jorge Manrique, 1440-1479, Coplas por la muerte de su padre)

Nuestras vidas son los ríos que van a dar en la mar, que es el morir... (Jorge Manrique, 1440-1479, Coplas por la muerte de su padre)

Sob as árvores da infancia, altíssimas, passearemos, / Vivendo o instante de alegria / das almas felizes reencontradas. (Cecilia Meireles - O Estudante Empirico)

Sob as árvores da infancia, altíssimas, passearemos, / Vivendo o instante de alegria / das almas felizes reencontradas. (Cecilia Meireles - O Estudante Empirico)

Pisávamos claros brasões antigos. / Flores de heráldica e letras góticas. / O chão dos humildes passos dos vivos / Era de velhas famas e glórias. (Cecília Meireles, Catedral)

Pisávamos claros brasões antigos. / Flores de heráldica e letras góticas. / O chão dos humildes passos dos vivos / Era de velhas famas e glórias. (Cecília Meireles, Catedral)

en silence je pense au jardin et à la forêt, si paisibles / du monde je devrais prendre définitivement congé / mes années vigoureuses, combien m'en reste-t-il? / à m'accorder à mon souhait pourquoi hésité-je encore?  (Tao Yuan Ming, 365-427, poète chinois)

en silence je pense au jardin et à la forêt, si paisibles / du monde je devrais prendre définitivement congé / mes années vigoureuses, combien m'en reste-t-il? / à m'accorder à mon souhait pourquoi hésité-je encore? (Tao Yuan Ming, 365-427, poète chinois)

Já vês que me enterneço e me assusto, /entre as secretas maravilhas, /E não posso medir todos os ângulos do meu gesto.  (Cecília Meireles, "Contemplação", Mar Absoluto)

Já vês que me enterneço e me assusto, /entre as secretas maravilhas, /E não posso medir todos os ângulos do meu gesto. (Cecília Meireles, "Contemplação", Mar Absoluto)

Não te aflijas com a pétala que voa: /também é ser, deixar de ser assim. /Rosas verás, só de cinza franzida, /mortas intactas pelo teu jardim. /Eu deixo aroma até nos meus espinhos, /ao longe, o vento vai falando em mim. /E por perder-me é que me vão lembrando, /por desfolhar-me é que não tenho fim.  /Cecília Meireles, 4° Motivo da Rosa)

Não te aflijas com a pétala que voa: /também é ser, deixar de ser assim. /Rosas verás, só de cinza franzida, /mortas intactas pelo teu jardim. /Eu deixo aroma até nos meus espinhos, /ao longe, o vento vai falando em mim. /E por perder-me é que me vão lembrando, /por desfolhar-me é que não tenho fim. /Cecília Meireles, 4° Motivo da Rosa)

The changing seasons are moving in every way. Everyone seems to feel that 'it is above all autumn that moves the heart to tears', (...) yet surely it is spring that stirs the heart more profoundly. (Yoshida Kenkô, 1283-1352, Japanese monk, The Cup of Sake Beneath the Cherry Trees)

The changing seasons are moving in every way. Everyone seems to feel that 'it is above all autumn that moves the heart to tears', (...) yet surely it is spring that stirs the heart more profoundly. (Yoshida Kenkô, 1283-1352, Japanese monk, The Cup of Sake Beneath the Cherry Trees)

O Cais Absoluto por cujo modelo inconscientemente imitado, /Insensivelmente evocado, Nós os homens construímos / Os nossos cais de pedra atual, sobre água verdadeira. /Ah, todo cais é uma saudade de pedra!   (´Alvaro de Campos, poeta português, Ode Marítima)

O Cais Absoluto por cujo modelo inconscientemente imitado, /Insensivelmente evocado, Nós os homens construímos / Os nossos cais de pedra atual, sobre água verdadeira. /Ah, todo cais é uma saudade de pedra! (´Alvaro de Campos, poeta português, Ode Marítima)

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